exercício vazio número um

Dum escampado quanto há
na sola das mão
farpa musgo ranço calo colina
o bicho mole estirado o sol sobre as linha
da sola escampada das mão
deixo os olho cair estiro o beiço e como
estiro o beiço e durmo estiro o beiço
e respondo cos ombro a cabeça balança o sol novamente o estio a latrina
estiro os olho deixo o beiço cair dou de ombro pro sol respondo que sim quero comer que sim já é hora que sim não deu jeito que sim hoje é dia que sim não agora que sim mais um pio a razão vai-se embora que sim mais farinha
deixo os olho cair sobre a sola das mão
vejo o rastro o ranço o mato nas linha
deixo as hora cair pra detrás da cabeça
eu era pardal meu irmão me adestrava
eu era peixe meu pai dizia dois nome em latim
eu era cachorro minha mãe afagava
eu era cabrito minha irmã ria
era nada era nada
sem mim vai o mato sem mim vai a cana sem mim vai o doce infinito o queijo a pinga
sem mim estiro o beiço deixo o sol cair meus olho de bicho tristonho sem mim carpia e cuspia infinita tardinha
'ques mão egoísta que hora mais besta
que desgrama
ê, ladainha'